AUDI A3, Oferta no mercado/ Alto preço nas peças

Os cinco portas nas cores preto e prata, especialmente na versão 1.8 aspirado (125 cavalos), são os que fazem mais sucesso com seu público, formado por três perfis típicos: o boyzinho em busca de potência nos 1.8 Turbo (versões de 150 ou 180 cavalos), executivos privilegiando conforto e prestígio com o automático Tiptronic e as mulheres, que preferem o 1.6 (101 cavalos).

Mas não se esqueça de um detalhe: o preço de peças, seu maior pecado. Por isso é que a versão nacional, montada no Paraná a partir de 1999, é a melhor compra. O importado só está disponível com três portas e ainda tem componentes eletrônicos mais caros e difíceis de encontrar - sensor de airbag ou ABS e módulo de injeção são até 60% mais caros.

A solução adotada pela maioria dos donos é comprar as peças de manutenção básica em lojas de autopeças.
Isso significa economia média entre 20% e 60%. A única dificuldade é encontrar no mercado paralelo peças plásticas como retrovisor e pára-choques. Essas, só mesmo na concessionária.

O preço do sossego - Se estiver disposto a pagar 10% ou 15% a mais que o mercado para não ter dor de cabeça, tente o programa de usados Audi Qualified. Inaugurado em 1999, inclui 14 concessionárias da marca. O A3, ou qualquer outro da marca, é vendido após uma revisão de 120 itens de mecânica, elétrica e eletrônica. Outra vantagem é a garantia de um ano. A escolha dos carros pode ser feita no site www.audi.com.br

A voz do dono - "Comprei há seis meses um 1999. Não foi difícil achar como eu queria: preto, motor turbo e extremamente conservado. Por enquanto, não penso em vendê-lo. É bonito, tem excelente dirigibilidade e para mim, que gosto de acelerar, não há nada igual. Sei que quando começar a pedir manutenção terei um custo alto."

Ricardo Martins, 36 anos comerciante

Dica consumo alto Palio Uno Strada Weekend Siena

O uso da cadeirinha em automóveis será obrigatório em todo o país a partir do dia 9 de junho. O motorista que for flagrado transportando crianças sem o equipamento será multado. Segundo o Código Nacional de Trânsito (CTB), o não uso do dispositivo é uma infração gravíssima.
O objetivo é garantir maior segurança no caso de acidentes. A falta desses equipamentos poderá resultar em multa de R$ 191,54 e sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), além de o veículo ficar retido até sua regularização, com a colocação do assento específico.
Os equipamentos são projetados para reduzir o risco ao usuário em casos de colisão ou de desaceleração repentina do veículo, limitando o deslocamento do corpo da criança com idade de até sete anos e meio.
As cadeirinhas custam de R$ 150 a R$ 1.200. A variação de preço, entretanto, não interfere na segurança da criança, desde que o equipamento tenha o selo do Inmetro e esteja instalado de modo correto. A nova regra classifica as crianças pela idade, independente do tamanho de cada uma.
Até 1 ano: bebê conforto no banco de trás
De 1 a 4 anos: cadeirinha no banco de trás
De 4 a 7 anos e meio: assento de elevação no banco de trás
De 7 anos e meio a 10 anos: banco de trás com cinto video
Equipamento dever ser relatico ao tamnho e ao peso da criança
Especialistas em segurança no transporte, no entanto, indicam que cada tipo de assento deve ser relativo ao tamanho e ao peso da criança. Segundo eles, o bebê conforto é ideal para crianças até 13 kg; a cadeirinha atende crianças com peso entre 9 e 18 kg; o assento de elevação atende crianças de 18 a 36 kg; e quem pesa mais do que 36 kg e tem 1,45 metro de altura poderia dispensar o assento infantil.
Veja o equipamento adequado ao transporte de crianças de acordo com a faixa etária. As informações são do Ministério das Cidades:

CARROS, por Cristiano Lira: PSA Peugeot Citroën apresenta no Brasil tecnologia híbrida diesel

A7IBD3d3dy5ibG9nZ2VyLmNvbboBCTcyOHg5MF9hc8gBAdoBF2h0dHA6Ly93d3cuYmxvZ2dlci5jb20vqAMB6AP4A-gDpgP1AwgCAEQ&num=2&sig=AGiWqtwRrJQcS3PZ2Y5Jtj62lv1ayHn4Vg&client=ca-google-blogger&adurl=http://www.web-stat.com%3Fref%3DAdwords_7

Martelinho de Ouro

O trabalho, que uma vez já foi considerado mais caro do que um serviço de funilaria, revelou-se uma boa alternativa para quem precisa reparar seu veículo e não quer gastar muito, esperar demais pelo serviço e mesmo manter a originalidade do carro. “Um reparo mais simples com um martelinho de ouro sai em torno de R$ 60 reais, e pode ser resolvido em duas horas” video
Os centros de formação de martelinhos de outro tem atraído até mesmo a atenção de estrangeiros. Por se tratar de uma técnica desenvolvida no Brasil, muitos profissionais europeus têm viajado para cá a fim de dominar este tipo de reparo. O caminho oposto também tem acontecido, com brasileiros do ramo viajando para o exterior para dar aulas e criar centros de reparação automotiva.

Já imaginou você sendo ultrapassado por uma cadeira de rodas ?

A Polícia Rodoviária Federal da BR-101, na região de Itapema, Santa Catarina deteve no mês de janeiro de 2010 um cadeirante e sua cadeira de rodas motorizada, por trafegar em rodovia federal ultrapassando carros e caminhões e recebe o apelido de Mario Kart.
video
O cadeirante, um pescador aposentado sem pernas e somente um braço, achou que podia testar na BR-101, em Santa Catarina, o desempenho de sua cadeira de rodas motorizada.
Pelo fato inusitado o cadeirante-pescador responde um processo por dirigir em via pública sem permissão ou habilitação com pneus carecas.
Apesar do fato ter ocorrido em janeiro de 2010, somente em maio as imagens foram divulgadas.

Como não perder dinheiro na hora de vender o carro

Há quem associe a venda de um automóvel usado com desvalorização certa e perda de dinheiro. De fato, carros são bem diferentes de imóveis. Não existe uma fórmula mágica que faça com que aquele automóvel desgastado pelo tempo passe a valer mais que a quantia desembolsada no momento da compra. Entretanto, há maneiras de garantir uma boa venda, dependendo da paciência do vendedor e do produto que ele vai oferecer ao mercado.

Uma das primeiras coisas é definir para quem se quer vender. João Alves, coordenador técnico da Fipe para a área de veículos, considera que qualquer automóvel com uma boa demanda no mercado sofre menor depreciação - principalmente se estiver m bom estado.

Em negócios realizados em lojas autorizadas, a desvalorização de um veículo pode ficar entre 20 e 40% do valor da tabela Fipe. Essa porcentagem pode ser um pouco menor, caso o proprietário procure uma loja sem bandeira. “Se o veículo já tem três anos, é mais vantajoso procurar uma revenda, pois a margem de desvalorização fica entre 15 e 20%”, explica Alves.

Já ao se tratar de veículos seminovos, dependendo do negócio, seja na troca ou apenas na venda, essa margem fica entre 20 e 25%. “Entre pessoas físicas, o negócio é ainda mais vantajoso. Nessa modalidade de venda os valores ficam mais próximos das médias da Fipe”, avalia o coordenador.

Há, entretanto, o fator “paciência” que precisa estar em foco daqueles que estão pensando em vender seu carro. “O proprietário tem que se informar sobre os valores da tabela Fipe, procurar propostas em diferentes estabelecimentos e estar sempre disposto a negociar”
As porcentagens de desvalorização dependem de outro fator, além da forma como será vendido. A boa conservação é imprescindível para garantir o melhor valor possível. Esteves considera que a primeira impressão é, de fato, a que fica. “Pintura mal conservada é desvalorização na certa”, pontua.

Nem sempre vale a pena consertar o veículo antes de vendê-lo. Segundo o manual de compra e venda de veículos da Dekra, líder mundial em vistorias de automóveis, é recomendável nunca gastar mais de 5% do valor do carro em reparos. "Esse dinheiro nunca será recuperado integralmente no momento da venda", afirma o manual.

Alguns especialistas apontam ainda que qualquer alteração na estrutura original do veículo, além de torná-lo mais difícil de ser vendido, aumenta as chances de desvalorização. “Uma roda diferente, suspensão rebaixada, qualquer alteração de cunho estético ou estrutural, que possa ser de gosto duvidoso, desvaloriza mesmo, além de tornar a venda lenta”, explica Paulo Garbossa, professor da pós-graduação da FEI.

Até mesmo a cor do veículo pode prejudicar ou melhorar sua revenda. Carros pretos ou prata têm uma boa saída no mercado, mas cores muito chamativas podem ficar empacadas nos pátios da revenda. Por isso, não são bem vistos pelos lojistas. Se o carro for branco ou amarelo, sempre haverá desvalorização pela desconfiança de que tenha sido um táxi, diz José Fernando Penteado, do comitê de veículos leves da associação de engenheiros SAE Brasil.
De acordo com Esteves, existem um outros pontos frequentemente esquecidos pelos proprietários que podem desvalorizar ainda mais o veículo. “A documentação do carro tem que estar em dia, assim como as notas fiscais e o manual do automóvel. Tudo que comprove a boa procedência do carro deve estar sempre em mãos”, alerta

Em termos mecânicos, é recomendado que o carro passe por manutenções preventivas, que são mais baratas do que as do tipo corretiva. O carro também deve estar em ordem. Luiz Roberto Schmit, dono de uma revendedora, explica que a primeira coisa que observa no momento em que o oferecem um carro usado é o motor. “Avaliamos se ele já passou por algum acidente, se existe alguma anomalia mecânica”, explica.

Aqueles veículos que têm uma boa aceitação no mercado, como os populares, tendem a ser vendidos mais rapidamente. E as concessionárias sabem disso. Muitas delas já têm até uma lista de clientes que aguardam por um veículo usado em boas condições. “As concessionárias podem valorizar a venda ao máximo pois o veículo já está vendido na loja deles, tamanha a demanda do mercado”, aponta Esteves.

Dicas: Como Comprar um Carro Usado



VW no Salão de Frankfurt: oito modelos serão lançados, inclusive modelo de motor traseiroReino Unido: Hyundai Santa Fe Limited

Autor: Eber - Categorias: Comprando e Vendendo, Etc, Manutenção
2/08/2007

Não me diga que é apenas mulher que é enganada na hora de comprar um carro usado. Eu já comprei carro usado e depois fui notar um problema que eu não tinha identificado e que o vendedor (ESPERTÃO) não quis me falar. Sempre vai ter aquele vendedor de loja que fala mil maravilhas do seu carro e que te engana.
Comprar um carro usado não é fácil. Pra começar vamos falar da quilometragem. Essa parte é crítica. Se você quer um carro que tenha a quilometragem real, compre de particular. Pois as lojas, ah lojas… elas estão todas destinadas ao mármore do inferno. Vejamos aqui algumas dicas que recebemos de nosso site parceiro Motor Clube, para comprar carro usado:
1 - Carroceria. Passe um imã na lata do carro, com um pano entre ele e a lata, pois se não tiver o pano, o dono do carro vai ficar um pouco vermelho. Se o imã soltar, é que tem massa ali naquela parte.
2 – Pintura. Observe se há diferenças de coloração na lataria e mancha de tinta nas borrachas e frisos. Pode ser que alguma parte do carro já tenha sido reparada. A chance cresce de acordo com a idade do carro.
3 – Suspensão. Se você ver como estão sendo gastos os pneus, você vai adivinhar se o carro tem problemas de suspensão. Mas de qualquer maneira, leve o carro a um centro automotivo para verificar mais a fundo.
4 – Ferrugem. Para ver se há ferrugem, verifique bolhas e pontos descascados na pintura. Verifique principalmente nas extremidades da lataria, como em lugares onde há borracha (nas portas, por exemplo).
5 – Portas. Se as portas não fecham direito, muito provavelmente o carro já bateu. Pode ser que o dono tenha um filho que seja uma peste, e que vivia se pendurando na porta, mas isso é menos provável.
6 – Amortecedores. Balançando o carro em cima de cada roda você consegue ver se o amortecedor está bom. Se ele pular mais de uma vez, tem que trocar a peça. Tente fazer isso em uma hora que não estiver acontecendo um terremoto perto de sua casa.
7 – Pneus. Só aceite eles se estiverem acima da “meia vida”. Geralmente quando a pessoa te diz que o pneu tem “meia vida” é que ele está nos últimos 30% de vida.
8 – Vidros. É importante que os vidros não apresentem nenhum tipo de trincado e apresente o número do chassi.
9 – Motor. Veja se não sai uma fumaça estranha do escape. Além disso, leve no seu mecânico de preferência, e não diga pro mecânico que o dono do carro é aquele que está ali com você. Ou então peça pro mecânico te dar a opinião dele depois, por telefone, pois ali na frente do dono do carro ás vezes fica chato falar mal.
10 – Painel. Teste todos os botões e funções do painel.
Em Construção