Como escolher um carro usado

Para muitas pessoas comprar um carro usado pode ser mais vantajoso que a compra de um carro novo. Por exemplo: Um carro usado desvaloriza menos do que um novo em alguns casos. Vamos supor que você compre um Golf 1.6 com o básico mas um carro zero. Mas pelo mesmo valor você pode comprar uma BMW com uns 5 anos de uso pelo mesmo valor porem com todos opcionais que até o Golf mais completos não teriam, daqui um ano ou dois, provavelmente, o Golf terá uma desvalorização muito maior que a BMW.

Muitos preferem comprar um 0k pois não dará muitos problemas, porem não é o que se vê hoje em dia principalmente nos equipamentos eletrônicos.

A tarefa mais dura em comprar um carro usado, é justamente, encontrar este carro e dê preferência para revendas autorizadas ou de confiança. E quando encontrar preste atenção nos seguintes itens:


1. Examine o carro de dia, para ver se há bolhas (ferrugem), ou ondulações e amassados (batidas), se tiver à oportunidade leve o carro a uma oficina de pintura eles saberão se o carro já foi batido.
2. Teste o amortecedor balançando o carro. Se o veículo balançar diversas vezes, o amortecedor pode estar em más condições.
3. Examine o estado dos pneus. Desgastes irregulares nos pneus indicam problemas com a suspensão, alinhamento ou balanceamento das rodas.
4. Fique atento a respingos ou encerados na pintura. Eles podem ocultar defeitos.
5. Observe se a linha lateral do carro não tem ondulações: agache junto ao farol dianteiro e mire a perspectiva do carro.
6. Cheque o encaixe de portas, capô e porta-malas: possíveis folgas denunciam consertos malfeitos.

Parte interna:
1. Dê ao menos uma volta para ver se há ruídos com o carro em movimento.
2. Engate cada uma das marchas para ver se encaixam com facilidade.
3. Peça a avaliação de um mecânico de confiança. Ele possui conhecimento técnico suficiente para detectar qualquer problema.
4. Freie normalmente o carro. Se houver ruído metálico, é sinal de que as pastilhas estão gastas. Em um local plano e sem fluxo de carros, freie o veículo soltando as mãos da direção. Se o carro pender para um dos lados, há problemas no freio, suspensão ou os pneus não estão corretamente calibrados.
5. Verifique se as rodas estão balanceadas e alinhadas. Caso não estejam, haverá trepidação na direção ou o carro penderá para um dos lados.
6. Certifique-se de que o veículo tem todos os equipamentos de segurança obrigatórios.

Exija todos os documentos em ordem na hora da compra। Para transferir o veículo para o seu nome no Detran você precisará dos DOCUMENTOS PARA TRANSFERÊNCIA DE PROPRIEDADE:

1. Comprovantes do pagamento do IPVA atual (e de dois anos anteriores), do seguro obrigatório e de multas pendentes.
2. Certificado de Registro e Licenciamento do veículo.
3. Certificado de Transferência datado, preenchido e com firma reconhecida. 4. Cópias da Carteira de Identidade e do CPF.
5. Comprovante de residência.
6। Decalque do número do chassi do veículo.


Deu pane? Não entre em pânico

Os principais motivos que podem fazer um carro parar de funcionar – além de outros problemas corriqueiros – e as providências necessárias

Saiba o que fazer se o carro pifou

Apesar de toda a tecnologia que equipa os carros modernos, qualquer motorista ainda está sujeito a enfrentar uma pane nos momentos mais inesperados. Por isso, nós selecionamos os principais motivos que podem fazer um carro parar de funcionar – além de outros problemas corriqueiros – e as providências necessárias. São noções básicas para você não ficar refém de oportunistas que se aproveitam da falta de conhecimento para inventar diagnósticos e cobrar por serviços desnecessários:

O CARRO PAROU. O QUE PODE SER?

  • BATERIA. Se a luz indicativa da bateria no painel estiver acesa, o problema pode ser com ela ou com o alternador, que pode estar com defeito ou quebrado. Quando isso acontece, a energia da bateria é usada até o fim sem que haja a reposição da carga. Levando o carro até um auto-elétrico, o problema será resolvido com uma recarga na bateria ou realizando-se sua troca. Se for o alternador, ele também pode ser recondicionado ou, em um caso mais grave, trocado.
  • BOBINA.Pode haver um superaquecimento da bobina, peça responsável por gerar a corrente de alta tensão que provoca a faísca nas velas. Quando isso ocorre, pode ser um sinal de desgaste da peça. Ela pára de produzir corrente e o carro não liga. O jeito é esperar que esfrie. Para acelerar o processo, desligue a chave, abra o capô e coloque um pano molhado sobre a bobina. Esperando cerca de dez minutos, o carro volta a ligar. Trata-se de uma solução de emergência. Assim que puder, passe em um auto-elétrico e troque a peça.
  • BOMBA DE COMBUSTÍVEL. Muitas vezes a bomba de combustível falha e não consegue mandar o líqüido na pressão ideal para o sistema. Em carros com injeção eletrônica, uma maneira de saber se ela está funcionando é fechar os vidros e tentar dar a partida. Nesse momento é possível ouvir o zumbido da peça funcionando. Se não escutar esse barulho, o problema certamente está na bomba. No caso de carro com carburador, pode-se desencaixar dele a mangueira do combustível e pedir a alguém que acione a partida. Normalmente, a gasolina sairá pela mangueira. Se isso não acontecer, ela está com defeito. Trocá-la é um procedimento rápido e que pode ser feito no local por um mecânico experiente.
  • CORREIA DENTADA. Ligada ao eixo do comando de válvulas, a correia é acionada pelo motor. Pode se partir, geralmente em movimento. À menor suspeita de que tenha se rompido, pare o carro e não tente dar a partida. A troca só deve ser feita em oficina ou concessionária. Mesmo assim, ajuda ter uma de reserva. Os fornecedores da peça recomendam sua substituição a cada 40 000 ou 50 000 quilômetros.
  • MOTOR AFOGADO. O motor pode parar de funcionar com o carro em movimento ou nem dar a partida. Ele pode ter ?afogado? por excesso de combustível. Provavelmente uma falha no sensor de temperatura provocou o problema. O afogamento ocorre com mais freqüência em carros equipados com carburador. Aguarde um tempo e experimente ligá-lo de novo. Se não der certo, chame a assistência técnica.
  • TAMPA DO DISTRIBUIDOR. Tampa do distribuidor trincada não deixa o carro funcionar. Quando isso acontece, a distribuição de energia para as velas fica prejudicada, ocasionando fuga de corrente elétrica. A solução é trocar a tampa, o que se pode fazer até sozinho com um mínimo de conhecimento sobre mecânica.

PROBLEMAS CORRIQUEIROS

O motor demora para pegar e perde rendimento. Quando funciona, falha ou engasga. O que acontece?

  • ?Combustível adulterado
  • Tanque de combustível com sujeira
  • Bicos injetores entupidos ou sujos
  • Vela cansada
  • Cabo das velas com defeito
  • Carburador sujo
  • Platinado gasto
  • Cachimbo gasto
  • Filtro de combustível entupido
  • Bomba de combustível com defeito

O carro começou a trepidar. Qual pode ser a causa?

  • Coxim do motor defeituoso
  • Platô e disco de fricção defeituosos
  • Um ou dois cabos de vela podem ter soltado ou, ainda, podem ter se partido
  • Se a trepidação é no volante, é problema de balanceamento ou alinhamento das rodas
  • A suspensão está com defeito

O veículo está consumindo mais combustível. O que pode ser?

  • Vela cansada
  • Bicos injetores sujos ou entupidos
  • Filtro de combustível entupido
  • Óleo de motor ou correia dentada frouxa
  • O motor está sendo forçado e as marchas não estão sendo usadas corretamente
  • Pneus descalibrados e/ou muito desgastados
  • Estilo agressivo de dirigir
  • Combustível adulterado
  • Tubo e filtro do respiro do óleo do cárter entupido

As marchas arranham durante o engate. O que acontece?

  • Embreagem com defeito no platô ou disco desgastado
  • Pedal da embreagem mal regulado, muito alto ou muito baixo
  • Trambulador do câmbio mal ajustado ou sincronizador desgastado ou com defeito
  • Em situação mais extrema, dentes da engrenagem muito desgastados ou até quebrados

O câmbio pode ter vazamento de óleo?

Mancha de óleo no chão embaixo da caixa de câmbio, seja ela manual ou automático, indica um vazamento. Ele acontece quando as juntas estão defeituosas ou se ocorreu espanamento das roscas do bujão. Se a mancha não for grande, leve o carro até uma oficina de confiança. Se for muito grande, chame um guincho, lembrando que, no caso de carro com câmbio automático, tem que ser o do tipo plataforma.

Quando eu viro a direção até o final, um barulho vem da roda. O que é isso?

Provavelmente a junta homocinética quebrou ou está para quebrar. Para testar seu funcionamento, vire o volante para um lado até o final do curso e tente sair com o carro. Se ouvir um estalo vindo da roda, realmente a homocinética está quebrada. Troque-a assim que puder.

A direção hidráulica está muito pesada. Por quê?

  • O fluído pode estar vencido, com o nível baixo ou misturado com água
  • Deve-se verificar se há vazamento nas mangueiras ou em suas conexões
  • A correia do compressor da direção pode estar frouxa
  • As articulações junto ao sistema de direção, como terminais, ligamentos, e braços da direção, podem estar com folga. É necessário verificar em uma oficina. Em alguns casos, um ajuste pode resolver. Dependendo da situação – geralmente em casos de desgaste exagerado – pode ser necessária a troca das peças danificadas
  • Defeito na caixa de direção
  • Verificar alinhamento, cambagem e cáster
  • Se a direção hidráulica fizer um ruído estranho ao ser esterçada de um extremo ao outro, esticar a correia soluciona o problema na maioria dos casos

Depois de passar em alta velocidade em um buraco, o volante começou a vibrar sem parar. O que pode ter acontecido?

  • Desalinhamento da direção
  • Rodas amassadas (provavelmente a que sofreu o impacto direto)
  • Deslocamento da suspensão (bastante grave) ou quebra da barra estabilizadora

Nesses casos, só os consertos necessários e a troca das peças defeituosas resolverão o dano. Num impacto forte, a carroceria pode necessitar de realinhamento antes de a troca ser feita.

Um ruído contínuo e intenso vem das rodas quando o carro está em velocidade constante. Qual é o problema?

Se o barulho vier da extremidade do eixo, bem junto das rodas, rolamentos desgastados ou defeituosos podem ser o problema. Os rolamentos evitam o atrito entre o eixo e o cubo da roda. A simples substituição deles eliminará o ruído.

O freio parou de funcionar. Como devo agir?

A primeira providência é reduzir as marchas, para que o freio motor ajude a diminuir a velocidade do carro, e puxar o freio de mão gradativamente. Não puxe a alavanca toda de uma só vez. Isso pode fazer o carro dar um “cavalo-de-pau”. Se você estiver no perímetro urbano e dependendo da velocidade, não haverá tempo para a redução das marchas. Passe para o freio de mão direto. Em rodovias, especialmente em descidas, vale a redução de marchas e o uso do freio de mão até a parada total do veículo ? no acostamento, de preferência. A falha do freio pode ter, basicamente, as seguintes causas: falta de fluído, vazamento do fluído por mangueira defeituosa, pastilhas ou lonas gastas ou cilindro-mestre (peça próxima do pedal do freio) com defeito. Primeiro verifique o nível do fluído no reservatório do freio. Chame o guincho para tirar o carro do local. Aproveite para fazer uma revisão geral ao mandar realizar os reparos.

O marcador de temperatura do painel mostra que há superaquecimento. O que fazer?

Pare o carro imediatamente. Se não fizer isso, ele esquentará ainda mais até queimar a junta do cabeçote ou até mesmo empenar o próprio cabeçote, o que comprometeria seriamente o motor. Com o veículo estacionado, abra o capô e espere o motor esfriar por quinze minutos. Usando um pano, abra com cuidado a tampa do reservatório de água do radiador para verificar se está vazio. Se estiver, ligue o carro e só então coloque água. Depois disso, verifique se há vazamento em alguma mangueira do radiador ou se a correia da bomba de água está frouxa. Essas são as causas possíveis do superaquecimento. Se estiver tudo em ordem, ligue o motor e espere aquecer até atingir aproximadamente 90 graus centígrados (verifique no marcador de temperatura no painel). Observe se a ventoinha entra em ação. Se ela não funcionar, desligue o motor. Pode ser que o sensor, um fusível ou ainda a ventoinha estejam queimados. Leve o carro ao mecânico e troque a peça defeituosa.

A luz indicativa da injeção eletrônica acende no painel. O que faço?

Se a luz acendeu mas o motor continuou funcionando, isso indica que há uma falha no sistema elétrico, provavelmente um curto-circuito. Leve o carro a um auto-elétrico para arrumar o defeito. Entretanto, se a luz acendeu e o carro parou em seguida, isso significa que o sistema de injeção está em pane. Não tente mexer. Apenas um mecânico especializado ou uma concessionária pode resolver o problema.

O limpador do pára-brisa está fazendo barulho quando funciona. Qual pode ser a causa?

Quando o barulho vem da base do limpador, o problema é com o mecanismo, que pode estar com defeito ou até mal lubrificado em alguns casos. Uma rápida verificação na oficina define isso. Se o ruído for produzido quando os limpadores passam pelo vidro, então a causa é a borracha das palhetas, que deve estar muito desgastada. Elas podem ser trocadas na hora, na própria loja onde foram compradas.

Ao ligar o motor, sai muita fumaça do escapamento. O que está aontecendo?

Fumaça escura é sinal de motor desregulado. Isso aumenta o consumo de combustível. Regular o motor resolve ambos os problemas. Fumaça azulada significa que está havendo queima em excesso de óleo do motor. Pode acontecer no caso de desgaste por quilometragem ou por uso indevido. As válvulas podem estar comd efeito ou mesmo desgastadas.

CHEVROLET ASTRA SEDAN - USADO DO MES

COM MECÂNICA ROBUSTA E CONFIÁVEL, ELE AGRADA QUANDO O ASSUNTO É EQUIPAMENTO. MAS SEU CONSUMO É ALTO

Você está atrás de um carro confortável, espaçoso e bem equipado por um preço menor que o de um popular zero? Por que não optar pelo Astra Sedan? Saiba que ele ainda oferece o benefício da mecânica robusta, confiável e fácil de reparar, que tem origem no Monza. A grande vantagem é que por menos de 25 000 reais* é possível encontrar modelos com ar, freios a disco nas quatro rodas com ABS, teto solar e computador de bordo. Tudo empurrado por um forte motor 2.0. Porém, se você se preocupa com a economia, ele vai decepcioná-lo: não é difícil achar motoristas que fazem a média de 7 km/l na cidade, com álcool.

O sedã foi lançado em fevereiro de 1999 nas versões GL 1.8 (110 cv), GLS 2.0 (112 cv) e GLS 2.0 16V (128 cv). A mais simples era tão espartana que nem conta-giros oferecia. Já a GLS vinha com trio elétrico, rodas de alumínio e direção eletro-hidráulica – apesar de ter como opcional até teto solar, ABS e airbag.


Chevrolet Astra Sedan


Em 2001, o GL ganharia conta-giros e volante com regulagem de altura e profundidade, enquanto o GLS 2.0 16V passaria a 136 cv. A série Advantage (baseada na GLS 2.0 16V) chegou no mesmo ano, com farol de neblina, computador de bordo e ar-condicionado. Logo viria a linha 2002, que ofereceu opção de câmbio automático de quatro marchas para o GLS 2.0 8V (com 4 cv a mais), deixando o 1.8 apenas para o álcool, destinado a táxis. O Expression veio pouco depois, trazendo ar, trio, faróis de neblina e rodas de liga.

A reestilização viria na linha 2003, com novo design na dianteira e na traseira. Só teria motor 1.8 álcool e 2.0 8V gasolina – este ganhou a versão CD (no lugar da GLS), com airbag lateral, ar e piloto automático. Em 2004 estreia o 2.0 FlexPower (127,6 cv na gasolina e 121 cv no álcool), já como linha 2005. As versões são rebatizadas para Comfort, Elegance e Elite, todas com ar, direção e trio. Mas airbags laterais, ABS com EBD, CD player e bancos de couro eram exclusivos da Elite. Em 2006, surge a Advantage e, no ano seguinte, saem de linha Comfort e Elite.


Revisão antes de viajar ( Checklist )


Os motoristas devem adotar precauções para ter uma viagem segura e confortável. A primeira providência é fazer uma vistoria geral no veículo.

Verifique os seguintes itens:

1. Nível do óleo,
2. Nível da água da bateria,
3. Parte elétrica,
4. Calibragem dos pneus (não esqueça do estepe),
5. Itens obrigatórios de segurança,
6. Validade do extintor de incêndio
7. Macaco, triângulo e chave de roda,
8. Lâmpadas - estão funcionando?
9. Água do radiador
10. Fluido de freio
11. Encher o tanque de combustível
12. Encher o depósito de água do limpador de pára-brisa e verificar a paleta do limpa-vidros
13. A documentação está em dia (DUT, IPVA, Seguro Obrigatório)?
14. É sempre bom levar uma lanterna e um Guia 4 Rodas com as principais estradas, restaurantes, hotéis, pousadas, postos de polícia rodoviária, etc..

A cada 500 km rodados é bom verificar o nível do óleo do motor, através da vareta de controle. Para melhor aferição o carro deve estar em locais planos e com o motor frio.

As crianças devem ficar sempre no banco traseiro. As com idade de até 4 anos devem ser transportadas em cadeiras especiais, com cintos próprios. Dos quatro aos 10 anos é recomendado transportá-las sobre uma almofada para o cinto não encostar no pescoço. Bebês, mesmo recém-nascidos, não devem viajar no colo da mãe, pois em caso de colisão a criança pode ser usada como amortecedor no impacto com o painel ou banco da frente. O ideal é transportá-las em cadeirinhas fixadas de costas do sentido do carro.

O motorista também precisa estar descansado e com a saúde em dia. O cansaço e a fadiga diminuem os reflexos e aumentam a probabilidade de acidentes. Antes de viagens e passeios, dormir de 6 a 8 horas é indispensável. Bebidas alcoólicas e direção não combinam. Se deseja beber dois ou mais chopes, viaje na companhia de alguém que também dirija, e não beba. O gerente de Serviços Médicos da Volkswagen, Murilo Alves Moreira, recomenda também que o motorista não tome qualquer medicamento antes de viajar.

É importante usar roupas adequadas às condições climáticas. Prefira uma alimentação leve, à base de carnes brancas, saladas, frutas. Essa dieta, aliás, é a mais adequada para enfrentar altas temperaturas. Em locais com incidência direta de sol, abra mão de legumes e verduras já temperados e muita atenção com frutos do mar. E não se esqueça de tomar muito líquido, de preferência água, água de coco ou sucos de frutas.

Evite sobrecarregar o veículo ou levar objetos pesados e soltos. Além de prejudicar o desempenho do motor, excesso de bagagem pode comprometer a segurança dos ocupantes. Em uma frenagem mais brusca, qualquer objeto colocado sobre o tampão atrás do banco traseiro, por exemplo, é projetado para a frente e pode atingir a cabeça dos passageiros. O cinto de segurança não pode ficar sobre o pescoço. A parte superior do encosto de cabeça deve ficar na altura dos olhos do ocupante do banco para ser protegido contra lesões na coluna cervical e no pescoço.

MITSUBISHI PAJERO TR4

VERSÁTIL E ROBUSTO, O JIPINHO URBANO ENFRENTA QUALQUER TERRENO, MAS SEU CONSUMO É ALTO

Mitsubishi Pajero TR4

Seu sonho é ter um jipe que reúna as características de um bom off-road, como durabilidade, resistência e desempenho na terra, só com o objetivo de curtir uma trilha no fim de semana. No entanto, você não pode se dar ao luxo de ter um veículo para brincar na lama e outro mais confortável e equipado para o dia a dia da cidade. Nesse caso, o Pajero TR4 merece conhecer sua garagem. Compacto e com a comodidade das quatro portas, ele traz a praticidade para o uso urbano, porém oferece limitações, como a falta de espaço interno (ainda mais no banco traseiro) e o alto consumo: no teste da QUATRO RODAS de setembro de 2002, a versão a gasolina registrou 6,8 km/l na cidade e 9,5 km/l na estrada.

A boa notícia é que ele dá pouca manutenção e suas peças não são tão caras quanto a média de um 4x4, graças ao fato de ser fabricado no Brasil. Além disso, seu preço é convidativo: por menos de 35 000 reais, custo de um EcoSport 2007 básico, você adquire um TR4 2003 com ar, trio, ABS e tração 4x4. Mas atenção: faça antes uma cotação, pois o seguro pode pesar dependendo do perfil. Para um 2007, a apólice sai por 10 400 reais, para um homem de até 35 anos, morador em São Paulo (7 772 reais para a mulher).

Produzido em Catalão (GO), o TR4 foi lançado em 2002, substituindo o irmão gêmeo Pajero iO, importado do Japão e dono de um fraco 1.8 16V de 117 cv. O nacional receberia um 2.0 16V de 131 cv, com câmbio manual ou automático, todos 4x4 com quatro opções de uso (leia na pág. ao lado). Era bem equipado: ar-condicionado, trio elétrico, ABS e airbag duplo – os dois últimos não disponíveis na versão manual.

Em 2005, veio a versão blindada de fábrica e, no mesmo ano, a Long Range, com tanque de gasolina de 91 litros, contra 53 litros do TR4 de linha. A primeira mudança ocorreu em meados de 2006, com retoques nos para-choques, grade, faróis e lanternas. Além disso, ganhou engate removível, protetor de cárter, regulagem de altura para banco e volante, alarme e CD player com MP3. O freio com EBD era exclusivo do automático. O flex veio em 2007, com o 2.0 16V ajustado para 133/131 cv, o que explica o aumento do tanque para 72 litros.

NISSAN SENTRA


BEM EQUIPADO E ESPAÇOSO, O SEDÃ MEXICANO FALA ALTO QUANDO O ASSUNTO É CUSTO-BENEFÍCIO

Nissan Sentra


Poucos segmentos têm tanta variedade de modelos quanto o dos sedãs médios. Há aqueles que impressionam pelo espaço (como o Vectra), os que têm refinamento mecânico (Civic), os bem equipados (Corolla), mas poucos reúnem boa parte dessas três características com um preço sedutor. É o caso do Nissan Sentra usado. Com 40 000 reais, não é difícil achar um carro ano 2007 com câmbio automático CVT, airbag duplo, freios ABS com distribuidor eletrônico de frenagem (EBD) e CD player. Entre tantas virtudes, alguns vícios chamam atenção, como alto valor de peças e consertos e dificuldade de revenda.

Importado do México no início de 2007, o Sentra vinha com três versões, todas com motor 2.0 16V com abertura variável de válvulas que rendia 142 cv. Equipado com o CVT, ele ia de 0 a 100 km/h em 11,5 segundos e registrava 10,2 km/l na cidade e 13,6 km/l na estrada, no teste que apresentamos na edição de agosto de 2007. Mesmo a versão básica 2.0 já era bem equipada: direção elétrica, airbag duplo, CD player, freios ABS com EBD e piloto automático.

O câmbio era um manual de seis marchas, mas havia também o CVT, disponível como opcional a partir da versão intermediária S – esta recebia ainda rodas de alumínio de aro 16 (eram opcionais na 2.0), faróis de neblina e computador de bordo. O topo-delinha SL era um primor: airbags laterais e de cortina, bancos de couro, teto solar e disqueteira para seis CDs. Um item exclusivo é o Divide-N-Hide, uma divisória do porta-malas que permite isolar ou ocultar a bagagem, disponível na S e na SL. Sem a divisória, o porta-malas saltava de 371 para 442 litros.

AUDI A3, Oferta no mercado/ Alto preço nas peças

Os cinco portas nas cores preto e prata, especialmente na versão 1.8 aspirado (125 cavalos), são os que fazem mais sucesso com seu público, formado por três perfis típicos: o boyzinho em busca de potência nos 1.8 Turbo (versões de 150 ou 180 cavalos), executivos privilegiando conforto e prestígio com o automático Tiptronic e as mulheres, que preferem o 1.6 (101 cavalos).

Mas não se esqueça de um detalhe: o preço de peças, seu maior pecado. Por isso é que a versão nacional, montada no Paraná a partir de 1999, é a melhor compra. O importado só está disponível com três portas e ainda tem componentes eletrônicos mais caros e difíceis de encontrar - sensor de airbag ou ABS e módulo de injeção são até 60% mais caros.

A solução adotada pela maioria dos donos é comprar as peças de manutenção básica em lojas de autopeças.
Isso significa economia média entre 20% e 60%. A única dificuldade é encontrar no mercado paralelo peças plásticas como retrovisor e pára-choques. Essas, só mesmo na concessionária.

O preço do sossego - Se estiver disposto a pagar 10% ou 15% a mais que o mercado para não ter dor de cabeça, tente o programa de usados Audi Qualified. Inaugurado em 1999, inclui 14 concessionárias da marca. O A3, ou qualquer outro da marca, é vendido após uma revisão de 120 itens de mecânica, elétrica e eletrônica. Outra vantagem é a garantia de um ano. A escolha dos carros pode ser feita no site www.audi.com.br

A voz do dono - "Comprei há seis meses um 1999. Não foi difícil achar como eu queria: preto, motor turbo e extremamente conservado. Por enquanto, não penso em vendê-lo. É bonito, tem excelente dirigibilidade e para mim, que gosto de acelerar, não há nada igual. Sei que quando começar a pedir manutenção terei um custo alto."

Ricardo Martins, 36 anos comerciante

Dica consumo alto Palio Uno Strada Weekend Siena

O uso da cadeirinha em automóveis será obrigatório em todo o país a partir do dia 9 de junho. O motorista que for flagrado transportando crianças sem o equipamento será multado. Segundo o Código Nacional de Trânsito (CTB), o não uso do dispositivo é uma infração gravíssima.
O objetivo é garantir maior segurança no caso de acidentes. A falta desses equipamentos poderá resultar em multa de R$ 191,54 e sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), além de o veículo ficar retido até sua regularização, com a colocação do assento específico.
Os equipamentos são projetados para reduzir o risco ao usuário em casos de colisão ou de desaceleração repentina do veículo, limitando o deslocamento do corpo da criança com idade de até sete anos e meio.
As cadeirinhas custam de R$ 150 a R$ 1.200. A variação de preço, entretanto, não interfere na segurança da criança, desde que o equipamento tenha o selo do Inmetro e esteja instalado de modo correto. A nova regra classifica as crianças pela idade, independente do tamanho de cada uma.
Até 1 ano: bebê conforto no banco de trás
De 1 a 4 anos: cadeirinha no banco de trás
De 4 a 7 anos e meio: assento de elevação no banco de trás
De 7 anos e meio a 10 anos: banco de trás com cinto video
Equipamento dever ser relatico ao tamnho e ao peso da criança
Especialistas em segurança no transporte, no entanto, indicam que cada tipo de assento deve ser relativo ao tamanho e ao peso da criança. Segundo eles, o bebê conforto é ideal para crianças até 13 kg; a cadeirinha atende crianças com peso entre 9 e 18 kg; o assento de elevação atende crianças de 18 a 36 kg; e quem pesa mais do que 36 kg e tem 1,45 metro de altura poderia dispensar o assento infantil.
Veja o equipamento adequado ao transporte de crianças de acordo com a faixa etária. As informações são do Ministério das Cidades:

CARROS, por Cristiano Lira: PSA Peugeot Citroën apresenta no Brasil tecnologia híbrida diesel

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Martelinho de Ouro

O trabalho, que uma vez já foi considerado mais caro do que um serviço de funilaria, revelou-se uma boa alternativa para quem precisa reparar seu veículo e não quer gastar muito, esperar demais pelo serviço e mesmo manter a originalidade do carro. “Um reparo mais simples com um martelinho de ouro sai em torno de R$ 60 reais, e pode ser resolvido em duas horas” video
Os centros de formação de martelinhos de outro tem atraído até mesmo a atenção de estrangeiros. Por se tratar de uma técnica desenvolvida no Brasil, muitos profissionais europeus têm viajado para cá a fim de dominar este tipo de reparo. O caminho oposto também tem acontecido, com brasileiros do ramo viajando para o exterior para dar aulas e criar centros de reparação automotiva.

Já imaginou você sendo ultrapassado por uma cadeira de rodas ?

A Polícia Rodoviária Federal da BR-101, na região de Itapema, Santa Catarina deteve no mês de janeiro de 2010 um cadeirante e sua cadeira de rodas motorizada, por trafegar em rodovia federal ultrapassando carros e caminhões e recebe o apelido de Mario Kart.
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O cadeirante, um pescador aposentado sem pernas e somente um braço, achou que podia testar na BR-101, em Santa Catarina, o desempenho de sua cadeira de rodas motorizada.
Pelo fato inusitado o cadeirante-pescador responde um processo por dirigir em via pública sem permissão ou habilitação com pneus carecas.
Apesar do fato ter ocorrido em janeiro de 2010, somente em maio as imagens foram divulgadas.

Como não perder dinheiro na hora de vender o carro

Há quem associe a venda de um automóvel usado com desvalorização certa e perda de dinheiro. De fato, carros são bem diferentes de imóveis. Não existe uma fórmula mágica que faça com que aquele automóvel desgastado pelo tempo passe a valer mais que a quantia desembolsada no momento da compra. Entretanto, há maneiras de garantir uma boa venda, dependendo da paciência do vendedor e do produto que ele vai oferecer ao mercado.

Uma das primeiras coisas é definir para quem se quer vender. João Alves, coordenador técnico da Fipe para a área de veículos, considera que qualquer automóvel com uma boa demanda no mercado sofre menor depreciação - principalmente se estiver m bom estado.

Em negócios realizados em lojas autorizadas, a desvalorização de um veículo pode ficar entre 20 e 40% do valor da tabela Fipe. Essa porcentagem pode ser um pouco menor, caso o proprietário procure uma loja sem bandeira. “Se o veículo já tem três anos, é mais vantajoso procurar uma revenda, pois a margem de desvalorização fica entre 15 e 20%”, explica Alves.

Já ao se tratar de veículos seminovos, dependendo do negócio, seja na troca ou apenas na venda, essa margem fica entre 20 e 25%. “Entre pessoas físicas, o negócio é ainda mais vantajoso. Nessa modalidade de venda os valores ficam mais próximos das médias da Fipe”, avalia o coordenador.

Há, entretanto, o fator “paciência” que precisa estar em foco daqueles que estão pensando em vender seu carro. “O proprietário tem que se informar sobre os valores da tabela Fipe, procurar propostas em diferentes estabelecimentos e estar sempre disposto a negociar”
As porcentagens de desvalorização dependem de outro fator, além da forma como será vendido. A boa conservação é imprescindível para garantir o melhor valor possível. Esteves considera que a primeira impressão é, de fato, a que fica. “Pintura mal conservada é desvalorização na certa”, pontua.

Nem sempre vale a pena consertar o veículo antes de vendê-lo. Segundo o manual de compra e venda de veículos da Dekra, líder mundial em vistorias de automóveis, é recomendável nunca gastar mais de 5% do valor do carro em reparos. "Esse dinheiro nunca será recuperado integralmente no momento da venda", afirma o manual.

Alguns especialistas apontam ainda que qualquer alteração na estrutura original do veículo, além de torná-lo mais difícil de ser vendido, aumenta as chances de desvalorização. “Uma roda diferente, suspensão rebaixada, qualquer alteração de cunho estético ou estrutural, que possa ser de gosto duvidoso, desvaloriza mesmo, além de tornar a venda lenta”, explica Paulo Garbossa, professor da pós-graduação da FEI.

Até mesmo a cor do veículo pode prejudicar ou melhorar sua revenda. Carros pretos ou prata têm uma boa saída no mercado, mas cores muito chamativas podem ficar empacadas nos pátios da revenda. Por isso, não são bem vistos pelos lojistas. Se o carro for branco ou amarelo, sempre haverá desvalorização pela desconfiança de que tenha sido um táxi, diz José Fernando Penteado, do comitê de veículos leves da associação de engenheiros SAE Brasil.
De acordo com Esteves, existem um outros pontos frequentemente esquecidos pelos proprietários que podem desvalorizar ainda mais o veículo. “A documentação do carro tem que estar em dia, assim como as notas fiscais e o manual do automóvel. Tudo que comprove a boa procedência do carro deve estar sempre em mãos”, alerta

Em termos mecânicos, é recomendado que o carro passe por manutenções preventivas, que são mais baratas do que as do tipo corretiva. O carro também deve estar em ordem. Luiz Roberto Schmit, dono de uma revendedora, explica que a primeira coisa que observa no momento em que o oferecem um carro usado é o motor. “Avaliamos se ele já passou por algum acidente, se existe alguma anomalia mecânica”, explica.

Aqueles veículos que têm uma boa aceitação no mercado, como os populares, tendem a ser vendidos mais rapidamente. E as concessionárias sabem disso. Muitas delas já têm até uma lista de clientes que aguardam por um veículo usado em boas condições. “As concessionárias podem valorizar a venda ao máximo pois o veículo já está vendido na loja deles, tamanha a demanda do mercado”, aponta Esteves.

Dicas: Como Comprar um Carro Usado



VW no Salão de Frankfurt: oito modelos serão lançados, inclusive modelo de motor traseiroReino Unido: Hyundai Santa Fe Limited

Autor: Eber - Categorias: Comprando e Vendendo, Etc, Manutenção
2/08/2007

Não me diga que é apenas mulher que é enganada na hora de comprar um carro usado. Eu já comprei carro usado e depois fui notar um problema que eu não tinha identificado e que o vendedor (ESPERTÃO) não quis me falar. Sempre vai ter aquele vendedor de loja que fala mil maravilhas do seu carro e que te engana.
Comprar um carro usado não é fácil. Pra começar vamos falar da quilometragem. Essa parte é crítica. Se você quer um carro que tenha a quilometragem real, compre de particular. Pois as lojas, ah lojas… elas estão todas destinadas ao mármore do inferno. Vejamos aqui algumas dicas que recebemos de nosso site parceiro Motor Clube, para comprar carro usado:
1 - Carroceria. Passe um imã na lata do carro, com um pano entre ele e a lata, pois se não tiver o pano, o dono do carro vai ficar um pouco vermelho. Se o imã soltar, é que tem massa ali naquela parte.
2 – Pintura. Observe se há diferenças de coloração na lataria e mancha de tinta nas borrachas e frisos. Pode ser que alguma parte do carro já tenha sido reparada. A chance cresce de acordo com a idade do carro.
3 – Suspensão. Se você ver como estão sendo gastos os pneus, você vai adivinhar se o carro tem problemas de suspensão. Mas de qualquer maneira, leve o carro a um centro automotivo para verificar mais a fundo.
4 – Ferrugem. Para ver se há ferrugem, verifique bolhas e pontos descascados na pintura. Verifique principalmente nas extremidades da lataria, como em lugares onde há borracha (nas portas, por exemplo).
5 – Portas. Se as portas não fecham direito, muito provavelmente o carro já bateu. Pode ser que o dono tenha um filho que seja uma peste, e que vivia se pendurando na porta, mas isso é menos provável.
6 – Amortecedores. Balançando o carro em cima de cada roda você consegue ver se o amortecedor está bom. Se ele pular mais de uma vez, tem que trocar a peça. Tente fazer isso em uma hora que não estiver acontecendo um terremoto perto de sua casa.
7 – Pneus. Só aceite eles se estiverem acima da “meia vida”. Geralmente quando a pessoa te diz que o pneu tem “meia vida” é que ele está nos últimos 30% de vida.
8 – Vidros. É importante que os vidros não apresentem nenhum tipo de trincado e apresente o número do chassi.
9 – Motor. Veja se não sai uma fumaça estranha do escape. Além disso, leve no seu mecânico de preferência, e não diga pro mecânico que o dono do carro é aquele que está ali com você. Ou então peça pro mecânico te dar a opinião dele depois, por telefone, pois ali na frente do dono do carro ás vezes fica chato falar mal.
10 – Painel. Teste todos os botões e funções do painel.
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